#CARÁTER #PERSISTÊNCIA#DISCIPLINA#HUMILDADE

Podcast #22 – Efeitos do treinamento físico na hipertensão

HIPERTENSAO_INVICTUS

Hey 🙂
Chegando para mais um episódio , o de número 22 da nossa série. Hoje debatemos os mecanismos pelo qual o exercício tende a exercer efeito hipotensor a curto, médio e longo prazo.

Questão de saúde pública.

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Podcast#21 – Muitos instrutores, raros treinadores

Nesse episódio coloco meu ponto de vista sobre a formação continuada do profissional de educação física, as demandas da sociedade, a importância do ser como um todo, e não somente físico, não somente corpo.

Fica a afirmação:

“Em um mercado saturado de instrutores, cada vez mais raros são os treinadores”

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Podcast#20 – Hérnia de Disco: causas, possibilidades e o papel do treinador

Uma das perguntas mais recorrentes por aqui: Tenho hérnia de disco…posso treinar? Deve, e o quanto antes.

A questão é que na grande maioria dos casos a hérnia é uma consequência, nunca uma causa. Portanto, tratá-la como algo “irremediável” é o primeiro passo para seu quadro nunca melhore.

A coluna do ser humano é constituída como tal justamente para interagir com o meio, recebendo as cargas que lhe são impostas dia após dia.

Não podemos nos esquecer que os discos intervertebrais funcionam como legítimos amortecedores, suavizando impactos e permitindo uma variedade realmente grande de possibilidades motoras. O grande ponto aqui não é a sobrecarga em si, mas se as vértebras estão fazendo o que delas se espera, ou seja,ora estabilizar, ora mobilizar, ora agir em sinergia para que ambas situações sejam possíveis sem que haja decréscimo de uma ação em função da outra.

Ouça o episódio, comente por aqui. O debate sempre engrandece a todos!

Já estamos no iTunes, agora no Spotify, segue lá e tmj 🙂

Abraço!

Podcast#19 – Paixões: preparação física, futebol e organização de treinamento.

Veja que esse artigo também é um podcast! Não deixe de ouvir o áudio!

Pode parecer um ponto fora da curva nos nossos escritos por aqui. Como assim envolver o futebol no ambiente de academia? 

A verdade é que na minha visão, preparação física em si contém a mesma estrutura, seja para o alto rendimento, seja para o cidadão comum. Em ambos devem existir processos que contemplem as vertentes físicas e psicológicas em bases estruturadas e progressivas.

Aproveitando a ocasião da Copa do Mundo ⚽️ realizada na Rússia (ainda farei um mestrado por lá 🎯), decidi colocar como disponível para leitura minha pesquisa de tempos de FEFISA, que rendeu muita experiência e aguçou ainda mais minha vontade em trabalhar para o resto da vida com preparação física. Eis o título:

A PRÉ–TEMPORADA E A PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL: A INFLUÊNCIA DO CALENDÁRIO NO BRASIL E NA EUROPA

BAIXE AQUI A PESQUISA EM PDF

Essa aventura começou em 2010, ainda no terceiro ano de faculdade em uma conversa bem informal com o mestre Nicolino Bello (gratidão total) sobre a disparidade abissal que vivemos em nosso futebol quando comparado ao futebol europeu. As diferenças residem em todos os aspectos, mas nos atentamos à nossa área em si, sobre em como a preparação dos atletas para um ano inteiro de competições, que podem somar até 80 jogos (quase 1 jogo a cada 4 dias, com distância média percorrida de 12km a 55% do VO²pico) é feita em míseros 12 dias. Esses dados são de 2011/2012. Hoje a realidade mudou um pouco, 15 dias. Sim, estamos longe do ideal.

“É inadmissível fazer 12 dias de pré-temporada depois de um mês de férias e iniciar uma competição. Tem de dar um mês de trabalho (sic).”

Abel Braga, técnico

Se nós da área acadêmica já julgávamos o tempo de preparação física curto, imagina quem trabalha e é cobrado insistentemente por imprensa e torcida em relação à rendimento e alta performance desde o primeiro minuto em campo. Além de mover paixões, o futebol é um mercado milionário que envolve cifras inimagináveis para a realidade do brasileiro.

Somado a isso, a falta de tempo para um trabalho bem executado resulta sempre em lesões que podem deixar de fora um atleta que custa R$300,000,00 na folha salarial do clube, gerando um déficit absurdo ao clube.

Imagine a pressão em cima da equipe de fisiologia e preparação física.

Coube a mim discorrer sobre esses fatos, colocando um paralelo com os clubes europeus, tão acima da realidade. Durante a jornada de pesquisa, pude conhecer profissionais exemplares, em uma caminhada que nem imaginava trilhar: entrevistei profissionais altamente gabaritados como Antonio Carlos Gomes  (superintendente do Comitê Olímpico Brasileiro – COB), Altamiro Bottino (fisiologista dos mais incríveis que conheço), Élio Carraveta (simples e genial em encontrar soluções e propor metodologias de trabalho altamente eficientes), entre os outros 11 profissionais que há época eram fisiologistas ou preparadores físicos de clubes da série A do futebol brasileiro.

QUANDO ENTREVISTEI PROFISSIONAIS DO REAL MADRID, SEVILLA, VILLARREAL, BARCELONA E VALENCIA

A pesquisa ganhou ainda mais relevância quando de modo quase inimaginável conseguimos entrevistar os profissionais dos clubes espanhóis mencionados acima. Pra mim, é como se em cada resposta eu estivesse dentro do Santiago Bernabeu ou do Camp Nou. A partir disso conseguimos desenvolver uma pesquisa que nos possibilitou dois convites para congressos, em 2011 e 2012. Experiências de valor inestimável.

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Técnico de futebol Jorginho, no saguão do hotel em Porto Alegre

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Kléberson, pentacampeão com a seleção em 2012, comigo no Congresso Internacional de Futebol

BAIXE AQUI A PESQUISA EM PDF

CONSTATAÇÃO FINAL: FORÇA REALMENTE É MÃE DE TODAS AS CAPACIDADES FÍSICAS

É algo que trago até hoje comigo e que se tornou na minha base metodológica aplicada na Invictus uma verdade irrefutável: desenvolva força e conquiste resultados incríveis.

Absolutamente todos os preparadores físicos consideram essa a mais importante capacidade física a ser desenvolvida no período de pré-temporada, cientes de que assim sendo, as demais valências virão como consequência desse trabalho. É o que fazemos por aqui também, claro que dentro da realidade de um cidadão comum.

BAIXE AQUI A PESQUISA EM PDF

Para quem trabalha com preparação física, seja personal trainer ou não, vale muito a leitura, e comprovadamente o paralelo funciona. Desenvolva seus clientes e alunos como atletas de fato, e faça com que eles colham sucesso para que você possa fazer o mesmo.

Viva o futebol!

Podcast#18 – Treino de força para corredores de rua – Amamos lactato!

Treino de força para corredores de rua é uma ciência apaixonante!

Cada vez maior do Brasil, o número de corredores de rua só aumenta a cada ano, o que praticamente nos obriga a entender o que um corredor precisa em relação ao treinamento de força. Vamos mais uma vez quebrar paradigmas!

Falo sobre a relação testosterona e cortisol, sobre o marcador de desgaste muscular CK e claro, sobre nosso querido e amado lactato!

Meu abraço à Márcia e Agrinaldo, meus “pupilos”!

Você pode querer ler isso https://esportes.estadao.com.br/blogs/corrida-para-todos/alinhamento-da-pelve-melhora-a-corrida/

Existem três coisas nesse mundo que não gostamos de desperdiçar: tempo, dinheiro e LACTATO!

Saiba sobre tudo isso no episódio #18 do nosso Podcast!

Veja mais sobre lactato (nosso queridinho!) nesse excelente artigo dos meus amigos do Quatrode15

E aqui o artigo que cito no áudio sobre a relação testosterona e cortisol em corredores!

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Dúvidas, sugestões? Deixe nos comentários ok;)

 

Dores no joelho: o fim do agachamento?

Dores no joelho. Existem muitas e causadas por um ou mais fatores associados. No entanto, quero aqui não apenas escrever sobre esse tema tão recorrente, mas apontar um caminho através do nosso olhar sobre funcionalidade. A princípio ele pode te parecer um pouco “excêntrico”, mas ao final da nossa linha de raciocínio, tenho certeza que esse parecer lhe será valioso.

 

Dores no joelho: identificar padrões funcionais para bem atender

Direto ao ponto em relação à joelho. Na grande maioria dos casos que atendemos aqui na Invictus, ele é apenas o ponto da dor, e não a origem da dor. E isso é absolutamente funcional. Mais uma vez destaco a importância do termo, lembrando autores e treinadores referência, como Mark Verstegen, Michael Boyle e Gray Cook. Uma vez que na avaliação funcional do movimento encontramos padrões em disfunção, muito provavelmente encontraremos também estruturas articulares em estado inflamatório de maneira aguda ou crônica (tendinites e tendinoses) ou degeneração cartilaginosa, ocasionada por uma mecânica ruim.

Gosto de afirmar que o profissional de educação física, e que trabalha com o exercício em si, é antes de mais nada um profissional do movimento. E cada pessoa, dentro de seu acervo motor, de seu histórico de atividade física e de seu componente genético, apresenta particularidades mecânicas que desencadeiam respostas motoras, ora muito boas (adaptabilidade rápida ao treinamento), ora nem tanto (déficits funcionais e dores).

Portanto, uma vez que sabemos como o aparelho locomotor se move de fato, fica mais fácil identificar padrões motores que possam gerar compensações de ordem fasciais, musculares e articulares. Afinal, o corpo humano não se resume a ossos, músculos e vísceras, mas em uma rede orgânica interdependente, que deve estar em harmonia de estruturas para que dores não prevaleçam na rotina das pessoas.

Certa vez um professor renomado me questionou, dizendo que a subjetividade dos meus clientes não poderia ser a melhor maneira de identificar se nosso trabalho é realmente bom. Respondi, lhe fazendo outra pergunta: se nosso trabalho não é entregar solução na vida das pessoas, então qual é? Não obtive resposta.

Saiba mais sobre a importância da mobilidade articular lendo esse artigo ✍️ ou ouvindo esse Podcast 🎧.

 

A real função do joelho: estabilidade

O joelho assume um papel simples do ponto de vista biomecânico: gerar estabilidade de movimento através uma alavanca interpotente. As estruturas adjacentes ao joelho em níveis inferiores e superiores, ou seja, os quadris e os tornozelos assumem por sua vez um papel de estruturas de mobilidade articular. E sim, as estruturas de mobilidade articular tem a prerrogativa de gerar mais e mais movimento, algo possível pela condição articular que lhes fora conferida. Entrando um pouco no conceito biomecânico de planos e eixos, enquanto o joelho produz “apenas” o movimento de flexão e extensão, quadris e tornozelos produzem flexão, extensão, hiperextensão, adução, abdução, e rotações.

E sendo assim, para que uma grande variabilidade mecânica seja possível ao aparelho locomotor, como por exemplo saltar, andar, correr e mudanças de direção, as articulações de mobilidade darão os “comandos”, e as estruturas de estabilidade, em especial os joelhos, deverão estabilizar o movimento, trazendo performance e segurança, na rotina de não-atletas ou atletas com desempenho esportivo de médio e alto impacto.

 

Dúvidas? Envie a sua

 

Dores no joelho são mais comuns em mulheres. Por que?

A angulação do quadril é o grande ponto. A isso denominados Ângulo Q.

Ângulo Q – É o ângulo formado entre as retas: 1) que passam pelo centro patelar e a tuberosidade tibial e 2) pelo centro patelar e a Crista Ilíaca Superior Anterior (CISA) • É maior nas mulheres, pois estas apresentam maior distância horizontal entre as CISAs.

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As mulheres tem em média um ângulo quase 5 graus superior em relação aos homens (quase 40% em média). Isso eleva a importância do trabalho bem feito dos glúteos para sustentar não só os quadris e coluna, mas também para garantir que não haja a indesejada rotação interna dos joelhos. Imagine cada passo que se dá durante o dia gerando tal rotação durante meses. O resultado não pode ser outro senão um desgaste patelar, causa primária de estados de condromalácia.

É um paradoxo incrível: acabamos de citar a importância dos joelhos, tendo como função (daí o termo funcional) estabilizar um movimento, qualquer que seja a nível de membros inferiores. Entretanto isso só será possível se houver ótima mecânica de quadris e tornozelos, bem como uma atividade muscular no mínimo aceitável, tanto de coxas como de glúteos, para que essa estrutura não sofra agressões. É a interdependência articular, como em uma sinfonia perfeita.

Estruturas que afetam a boa fluidez dos joelhos

Uma vez que juntos chegamos à conclusão que os joelhos são estruturas de estabilidade, e que portanto sua condição de plano de movimento é limitada, também vamos concordar que, em se tratando de dor ele dificilmente será o “culpado”. Claro, exceções como em casos de acidentes e quedas que possam gerar rompimentos ligamentares e tendíneos entram em um outro quadro, ainda que os trabalhos para o quadro de melhora sejam similares.

Um quadro de dores agudas e crônicas, onde exista a preservação tanto de ligamentos, como de meniscos e tendões, é, na ampla maioria dos casos, um problema desencadeado pela falta de mobilidade de alguma das estruturas abaixo:

Tornozelo e fáscia plantar (aponeurose)

A dinâmica da mecânica dos tornozelos em suma exerce grande influência na saúde dos joelhos. Uma análise funcional nos dará a certeza de que tal estrutura esta de fato dando condições para que haja uma angulação harmônica que possibilite que o tendão de aquiles possa fluir e ao mesmo tempo sustentar a dosiflexão do tornozelo e a flexão dos joelhos em variados graus, sejam no simples ato de caminhar, seja em um agachamento total com 150kg de carga. Uma debilitada capacidade de dorsiflexão plantar esta relacionada com a dificuldade do trabalho do tendão de aquiles, sobretudo quando há também um excesso re rigidez da fáscia plantar.

Quadril em déficit funcional

Se o quadril estiver em déficit funcional, tanto joelhos como coluna lombar, ambas estruturas de estabilidade, sofrerão absurdamente (curiosidade: as duas maiores queixas de dor do aparelho locomotor no Brasil).

Não adianta olhar para o joelho em si, mas é necessário um olhar mais global. O corpo até pode ser dividido em partes nos livros, mas os segmentos não atuam isoladamente, mas como dito anteriormente, em uma sinfonia perfeita.

Afirmo categoricamente: dores nos joelhos onde exista disfunção de quadril a intervenção é clara. Nada de fortalecer, mas de mover melhor cada quadril.

Um teste de mobilidade de quadril pode mostrar como ele se comporta em relação ao joelho e à coluna. Como o foco do artigo é falar sobre o joelho, vou me ater mais nele.

Uma vez que a mobilidade de quadril esteja em boas condições, desenvolver força e potência muscular na coxas e nos glúteos de torna nossa obrigação para joelhos saudáveis.

Ombros

Ombros? Claro! Não esqueça que o corpo é uma estrutura única, que o insistimos em dividir em partes. Caso a cintura escapular esteja em déficit funcional, a nível descendente outras estrututas não se moverão como devem, e claro, alguém pagará o pato. Normalmente é o coitado do joelho que leva a culpa. Volto a dizer, ponto de dor é diferente de origem de dor.

Isso corrobora muitos casos que vivencio no meio esportivo e que com certeza você também já viu, quando a pessoa se queixa de dores no joelho, roda por mil médicos, e nada resolve. Estão tratando as dores e não as causas das dores. Invariavelmente ela voltará.

Tenho um caso aqui na academia em que as dores no joelhos eram sim causadas pela ineficiência de mobilidade glenoumeral (ombros). Nosso olhar foi identificar tal condição e agir sobre, tornando a cintura escapular uma estrutura funcional mais uma vez. O resultados se viu em apenas 4 sessões de treinamento. A pessoa ficou livre dos analgésicos e das dores. Tanto joelhos, como o bolso e o fígado ficaram bem agradecidos. E nós bem satisfeitos.

Joelho é apenas uma “polia” influenciada pelos glúteos

Quer joelhos saudáveis? Mobilidades excelentes e glúteos fortes. Ponto.

E não basta exercer força de modo segmentar. Não vejo sentido algum em dividir grupos musculares, isolando seus exercícios. Coxa é coxa, tanto posterior como anterior, e exercem influência em qualquer mecânica. É o básico do entendimento do termo sinergia. Logo, os grandes mestres em desenvolver força nos glúteos e proteger os joelhos são: agachamentos e deadlift’ss.

Agachamentos?

Sim, com critérios de análise e de execução. Mas sempre tentam demonizar o agachamento, tirando da rotina de treinos da pessoa com dor no joelho certo? Engano de todas as partes, principalmente se tal informação vier de um médico, que analisa a estrutura dolorosa em inércia (!) e que na gigante maioria das vezes não sabe nem qualificar tão quantificar cargas de treinamento (?). Cada um no seu quadrado.

Meu ponto de vista está escrito não só aqui. Abaixo um trecho do nosso material didático do CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FÍSICO FUNCIONAL. Interessante que uma das nossas alunas, a Ju Mota, tem condromalácia e pudemos juntos com a turma resolver a questão de ponto doloroso em apenas 2 horas (!). Veja o que esta escrito em um dos capítulos da nossa apostila, em relação ao movimento como preditor de saúde:

Interessante observar como o exercício muitas vezes não conversa com o movimento, principalmente nas academias onde as máquinas são predominantes. Há exercício, mas não há exploração do espaço, há exercício mas se retarda o movimento. Há exercício?

Contraditório, no mínimo.

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Joelho e cadeia cinética: fechada, por favor!

Nada mais funcional do que cadeia cinética fechada, e mais uma vez saliento a importância do agachamento. Patela sofrendo menos pressão e agindo como de fato uma polia. Harmonia entre cadeias articulares, musculares e miofascias. As variantes do agachamento se aplicam também, como as passadas, avanços e afundos.

Saiba mais sobre a fáscia lata e sua importância na performance > Podcast 

Em relação à dominância de quadril, que também desenvolve força e potência nos glúteos, deadlift’s, stiff’s e avião (stiff unilateral) são os mais indicados e seguros. A manipulação das variáveis de sobrecarga determinará quantas repetições e quantas séries, por quanto tempo, etc…

E os balanços, os chamados swing’s são, no meu ponto de vista OBRIGATÓRIOS  para quem quer joelhos e coluna saudáveis. Basta um kettlebell e ensino adequado para extrair dessa rotina de treinamento algo extremamente valioso.

Joelho: Estudos de caso

Prefiro deixar que nossos alunos falem. Nossa tarefa é apenas apontar o caminho a ser percorrido. Mas foram eles que decidiram aceitar nossa proposta nada convencional, confiar no nosso trabalho e colher os frutos. A vocês meu muito obrigado pela confiança. #invictusteam

Veja nos comentários alguns relatos: